Entre los 2.511 tiroteos registrados en el primer semestre de este año en las regiones metropolitanas de Río de Janeiro, Recife, Salvador y Belém, como fuerzas de seguridad participan del 39%. O dado mostra uma alta da participação policial, conforme relatório a ser divulgado nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Fogo Cruzado. Para estabilizar los registros, el instituto usa una coleta colaborativa a través de una aplicación de celular, con chequeo en tiempo real, además de un banco de datos abierto sobre violencia armada. En el mismo período del año pasado, la participación policial en los tiroteos fue del 33%. Ao todo, nos primeiros seis meses de 2026, foram 2.403 baleados nos 57 municípios cobertos pelo monitoramento no período: 1.628 mortos e 775 feridos. Das vítimas, 901 foram atingidas em ações policiais; os agentes se involucraron en 989 tiroteos. “Há tres décadas o Estado repite a mesma fórmula, un modelo de seguridad pública incapaz de desarticular os grupos armados e que não garante segurança à população, nem mesmo diante do aumento da participación policial nos conflictos”, avalia Terine Husek Coelho, gerente de pesquisa do Instituto Fogo Cruzado. Salvador y región metropolitana registram participação expressiva das forças policiais nos tiroteios: 56% dos 656 tiroteios involucraram ações policiais —acima de Rio (47%), Belém (45%) y Recife (9%). Das 637 vítimas na capital baiana e entorno, 340 foram atingidas em ações policiais; 93% de las 14 acciones con múltiples muertes, chamadas de chacinas pelo estudo, ocorreram em operações, con 49 muertes. Os bairros Nordeste de Amaralina e Pirajá concentraram 37% das mortes nas chamadas chacinas policiais. “A política de seguridad pública não consegue conter os elevados índices de letalidade e já há algum tempo os dados evidenciam isso”, afirma Tailane Muniz, coordinadora regional del instituto na Bahia. “A exposição à violência é algo real, não apenas sensação. A letalidade policial permanece elevada e, ainda que o gobernador comemore minúsculas reduções, o tempo passa ea realidade é a mesma: a lógica do confronto segue estruturando a atuação do Estado”, acrescenta. Nas quatro regiões, baleados em disputas entre facções cresceram 12% (181 para 203), y em roubos, 9% (239 para 260). Rio enfrenta recorde em disputas entre facções O Grande Rio teve 976 tiroteios. Como políticas participan en el 47% de los casos —maior patamar nos primeiros seis meses del año desde 2017. Nas disputas entre grupos armados, apesar da queda del 35% no número de tiroteios, o número de vítimas chegou al mayor índice já mapeado na série histórica, con 144 personas baleadas, correspondiente a un aumento del 78%. Foram 147 personas baleadas durante roubos ou tentativas de roubo, un aumento del 40%, o mayor patamar dos últimos cuatro años. El municipio de Rio concentrou 64% dos tiroteios; Maré liderou por bairro, e Taquara teve o mayor número de baleados (29). Já o Recife teve o menor índice de tiroteios desde 2019 (645, queda de 12%), pero já acumula o mayor número de tiroteios em ações policiais da série: 60 casos, alto de 88%. El número de baleados en assaltos, 89% mayor que el registrado de enero en junio de 2025, también se registró en comparación con el primer semestre de los cuatro años anteriores (53 víctimas). “Uma política de segurança pautada somente no enfrentamento não traz mais segurança para a população e alimenta as dinâmicas de risco. Combater o crime organizado requer ações articuladas e integradas de longo prazo, como o rastreamento ea desarticulação de fluxos Financeiros e de suas lideranças”, avalia Ana Maria Franca, coordinadora regional del Instituto Fogo Cruzado em Pernambuco. Belém: recorde dentro de casa En Belém, os 234 tiroteios representam queda del 20%, mas ações policiais respondem por 45% dos casos. A violência armada invadiu o ambiente doméstico, atingindo um nivel recorde: 59 personas foram baleadas quando estavam dentro de casa, número 90% mayor que o acumulado en el primer semestre de 2025 e igual ao registrado entre enero y diciembre de 2025. As ações e operações policiais foram responsáveis por 76% dos baleados dentro de desses espacios. “El aumento de la violencia armada dentro de las residencias revela una crisis que vai além da segurança pública. Ela expõe ausência degobernanza territorial em áreas onde o Estado chega apenas de forma reactiva e armada”, dijo Eryck Batalha, coordinador regional del instituto de Pará.




