“A matemática, que nada sabe da observação, da experimentação, da indução, da causalidade.” Que é inútil para cualquier cosa científica, portanto. Esa era una visión, nada lisonjeira, que el científico británico Thomas Henry Huxley (1825-1895) tenía sobre aquela que el alemán Carl Friedrich Gauss (1777-1855) chamava de “a rainha das ciências”. En su tiempo, Huxley era uno de dos científicos más respetados (e temidos) del mundo, con importantes contribuciones en zoología, geología y antropología. Sus intereses intelectuales son todos, incluyendo, por ejemplo, la religión. Tal era su estatura intelectual que Adrian Desmond, uno de sus biógrafos, escribió: “Por volta de 1870, la ciencia era sinónimo del profesor Huxley”. Mas o que moldou a sua reputação para as gerações futuras foi, mais do que qualquer outra coisa, a energia eo prazer com que entrava em distintas disputas científicas. El mesmo biógrafo también escribió que, “con su fama pugilística, el nombre de Huxley estava nos jornais quase toda la semana”. A mais famosas dessas disputas foi em defensa da teoria da evolução, propuesta por Charles Darwin (1809-1882). Tendo contribuído ele propio para o tema, Huxley se convenció de que o colega estaba mais na frente e no caminho certo, e partu para convencer a todo mundo desse fato, a bem ou a mal. Con tal determinación que ficou conhecido como “buldogue de Darwin”. Aliás, os dois homens não podiam ter personalidades mais distintas. Darwin era discreto y reservado, e tinha profunda admiração pela matemática: “Lamento profundamente não ter avançado o suficiente para comprender pelo menos algo dos grandes princípios fundamentais da matemática, pois as pessoas dotadas com esse conhecimento parecem possuir um sentido extra”. Colunas Receba no seu email uma selección de columnas da Folha Não sabemos bem onde se originou a visão que Huxley tinha da matemática. ¿Teve algo que ver com o fato do su pai ser profesor da disciplina? En otros temas, ele se mostrou brillante desde mucho cedo. Hace 17 años, he concebido un sistema que divide los dominios del conocimiento en dos grupos: objetivos (física, fisiología e historia) y subjetivos (metafísica, teología, lógica e… matemática). Aliás, su ponto de vista da matemática foi piorando ao longo dos anos. “O matemático começa com algumas poucas afirmações, cuja prova é tão óbvia que elas são considerados autoevidentes, eo resto de su trabajo consiste em fazer deduções sutis a partir delas”, escribió más tarde. Huxley no fue el primero en cuestionar la utilidad de la matemática, ni el último. É uma discusión que não se extinguiu nem nos nossos dias, uma era em que as aplicações do conhecimento matemático están, literalmente, por toda una parte (embora nem sempre sejam fáceis de identificar). Mas a reputação de Huxley, eo fato de ter publicado sus comentarios sobre “a matemática que nada sabe” em dos revistas de gran circulación, incomodaram particularmente a comunidade matemática: alguém tinha que dar uma resposta contundente! El escondido del renombrado algebrista británico James Joseph Sylvester (1814-1897), en ocasión del encuentro de 1869 con la Associação Britânica para el Avanço da Ciência. ¡Não perca na semana que vem! ENLACE PRESENTE: ¿Gostou deste texto? Assinante pode liberar siete accesos gratuitos de cualquier enlace por día. Basta hacer clic en F azul abaixo.



