Dos funcionarios de guardería en SP onde bebe morreu são demitidas

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Duas funcionárias do CEI (Centro de Educação Infantil) Luz do Brás, onde o menino Abdoulaye Dieng morreu após prender a cabeça em uma grade, foram demitidas da unidade. La Prefeitura de São Paulo confirma el desligamento de los funcionarios, pero no informa la carga ocupada por ellos. Segundo gestor Ricardo Nunes (MDB), decisión de despido de la entidad que administra la guardería. Elas foram substituídas por outras duas profissionais. La Policía Civil investiga la responsabilidad de cinco profesionales de la unidad, incluido el director y la coordinadora. O caso foi registrado como homicidio culposo —ou seja, sin intención de matar. En nota, a gestão municipal informou ainda que a sala onde a criança se acidentou permanece interditada desde sexta-feira (24) y está sob análise técnica. Una guardería onde o bebe morreu é conveniada à Prefeitura de São Paulo y continua abierta. Segundo a gestão municipal, caso haja a constatação de irregularidades, a Secretaria Municipal de Educação debe adoptar nuevas medidas, como o decredenciamento da organização parceira que atua na creche. O modelo de guarderías conveniadas foi uma das apostas da prefeitura de São Paulo nos anos 2010 para acabar com a fila de espera por vagando entre niños de 0 a 3 años. El argumento era de que el sistema permitía una expansión más rápida de los vagabundos y más barata, pero que después elas seriam sustituídas por unidades administradas directamente por el municipio. Conforme mostrou a Folha, apesar da promessa de sustituição, a expansão desse modelo segue ocorrendo na cidade mesmo com a diminuição da fila de espera por vaga. Actualmente, el 84% de los cerca de 50 mil alumnos de 0 a 3 años del municipio están matriculados en guarderías conveniadas. Uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Município identificou que as creches conveniadas oferecem piores condições de atendimento. Elas trabalham com uma média de 9,3 crianças por Professor —mais do que o dobro da rede direta, onde a proporção é de 4,4. A análise apontou ainda que o número insuficiente de profesores faz com que esas unidades fiquem desprovidas de profissionais durante todo el turno de las aulas. O caso O menino de 1 año e quatro meses, chamado Abdoulaye Dieng, era hijo de senegaleses. Segundo o advogado da família do menino, Erson de Oliveira, a criança foi levada pelo pai à creche às 7h30 e, por volta das 8h40, a instituição mandou uma mensagem avisando que ella estava sendo atendida na UBS da Mooca porque havia passado mal. “Só que a criança já chegou falecida”, dice. “Ela prendeu a cabeça e lutou muito pela vida, para o pescocinho ficar todo roxo. Ela se machucou bastante. E cadê o monitoramento? Então isso quer dizer o quê? Não tinha nem uma pessoa, não tinha ninguém, nenhum funcionário, nenhum monitor acompanhando a criança. A causa da morte foi asfixia, é o que consta no boletim médico”, acrescentou o advogado.

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